7 de março de 2008

Microsoft promete guerra contra a Google




Dá pra imaginar Steve Ballmer dizendo que irá alcançar a rival Google nem que isso seja a última coisa que faça? Pois é, foi exatamente o que ele disse. Nessa última quinta-feira, dia 6, o presidente-executivo da Microsoft disse que vai ganhar mercado em relação à Google tanto em buscas na web quanto na publicidade on-line.

Em uma conferência de tecnologia on-line da Microsoft, em Las Vegas, Ballmer bateu na mesma tecla em relação à oferta de US$ 41 bilhões que a MS fez pela Yahoo!, afirmando que isso seria de grande ajuda na batalha contra à Google.
"Pode ser que seja a última coisa que eu faça na Microsoft, mas chegaremos lá, e vamos trabalhar sempre para ganhar mercado", disse Ballmer durante uma animada conversa com Guy Kawasaki, um executivo de capital para empreendimentos que foi um dos primeiros funcionários da Apple.

"No mercado online é só Google, Google, Google, mas estamos no jogo. Somos aquele cara pequeno mas persistente que ganha vindo de trás", brincou Ballmer (beem atrás em colega?), cuja empresa é a maior produtora de software do mundo.

Na longa conversa com Kawasaki, o executivo rebateu críticas ao Windows Vista e até reproduziu uma infame dança que lhe valeu notoriedade no mundo dos vídeos on-line e lhe garantiu o nada lisonjeiro apelido de "Monkey Boy" em certos círculos da internet.
Mas ele não disse muitas novidades sobre a oferta da empresa pelo Yahoo. A Microsoft propôs adquirir o Yahoo por US$ 31 dólares por ação, em dinheiro e ações. O conselho do Yahoo rejeitou essa oferta, dizendo que ela subestimava o valor da companhia.
"Fizemos a oferta, e ela está lá, cara", disse Ballmer. Originalmente, a proposta estava na casa dos US$ 45 bilhões, mas a queda das ações da Microsoft resultou em queda no valor.

Cá entre nós, eu desacredito que a MS conseguirá derrubar ou até mesmo se igualar à Google em determinados ramos como websearch e AdSense (publicidade on-line). Do mesmo modo fica minha contradição na Google reduzindo à MS em campo de guerra da própria.
O jeito é esperar pra ver o que vai dar.

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