15 de fevereiro de 2008

"Se não fosse atriz seria uma nerd", diz Danielle Suzuki




A atriz e apresentadora Danielle Suzuki marcou presença nesta sexta-feira, na Campus Party Brasil para gravar um quadro para seu programa no canal Multishow. Segundo ela, o mundo tecnológico sempre fez partes de suas paixões. "Se não fosse atriz acho que seria uma nerd", brinca.
Danielle contou que os robôs são sua preferência no evento. "Fiquei deslumbrada com a criatividade da galera", comenta a apresentadora.
Para ela, o Brasil tem se desenvolvido muito na área da robótica e também da Internet. "As pessoas vêm se destacando com seus sites e suas criações, mas é claro que o Brasil ainda não pode se comparar com países como o Japão ou os Estados Unidos", declara.
"O problema é que no nosso País nem todo mundo tem acesso à tecnologia ou à computação. Ainda precisamos evoluir neste sentido", acrescenta.

Atriz, que adora robôs, aproveita para brincar com um deles


Fonte: Terra

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Preta Gil VS Google




Pois é, como o título diz a Preta Gil processou, vai processar, sei lá, a grande Google. Porque? Simples, depois do blog Kibe Loco ter postado um de seus "tira sarros" a cantora caiu de pau na Google. Para entender melhor vá até a pesquisa de imagens do Google e digite atriz gorda. Agora note na região "Você quis dizer: ...". O que você vê? Isso mesmo !!! auhuhauhaha
Procurando por atriz gorda o Google sugere Preta Gil!
Faça o teste.

A google se pronunciou e disse que está disposta à trocar uma idéia bacana com a cantora. Sem ressentimentos.


Isso aí!

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14 de fevereiro de 2008

Campus Party...




Bem pra quem nao sabe...a muito tempo vem se falando do campus party.. que agora está ocorrendo la em SP na bienal... como é vagas limitadas... nao sei se está aberto ao publico.. talves algumas areas sim...

pra saber o que tem lá...CampusParty

Como Esse Topico foi apenas pra atualizar o Blog, Sim estamos parado(Falta de algo decente pra postar e IDEIAS), nem vou falar muito do campus party.. na verdade nao falei nada né... isso é raiva... de eu nao estar lá... "Maldito" trampo...

Uffa... Precisava fala... se tu tiver lendo isso ai de dentro do Campus... meus parabens amigo !

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11 de fevereiro de 2008

Profissão Gamer




Games são, praticamente, sinônimo de diversão. Mas há quem faça disso também profissão. O mercado de criação de jogos digitais pode oferecer um amplo horizonte de oportunidades. Mesmo para quem não é aficionado pelos jogos eletrônicos, os números deste setor da indústria do entretenimento são impressionantes.


Nas últimas três décadas, quase nenhuma outra área cresceu tanto e se consolidou tão rápido quanto a de desenvolvimento de games. De acordo com dados da Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos (Abragames), o setor tem crescido a uma taxa anual de 20% e movimenta mundialmente cerca de R$ 30 bilhões de dólares por ano. "É mais que a indústria de cinema", afirma o presidente da entidade, André Penha.


Produção nacional - Com um número estimado em 40 empresas atuando no setor, o Brasil produz principalmente jogos online e de telefones celulares, seguidos de games para PCs. Boa parte da produção é exportada para os EUA e Europa. Segundo a Abragames, de 2006 para 2007 o segmento cresceu cerca de 40% no País e tem potencial para crescer ainda mais. Hoje, o Brasil é responsável por apenas 0,2% da indústria mundial de jogos. "Há aqui uma demanda reprimida por causa do mercado negro, que estamos vencendo aos poucos", explica Penha.


Curso e carreira - E como ocorre em todo mercado em expansão, há carência de profissionais especializados na criação e no desenvolvimento de games no País. Até pouco tempo atrás, praticamente não existiam opções de formação específica na área. Quem se interessava pela área acabava buscando os cursos de Ciência da Computação (para programação dos jogos) ou Design (para a parte gráfica).


Isso tem mudado nos últimos anos. Acompanhando o crescimento do mercado, aumentaram os cursos de graduação específicos na área de desenvolvimento de games. No geral, a formação é multidisciplinar, estruturada essencialmente nas áreas de programação - para geração da interatividade - e design - para a concepção visual e roteirização, para criação do jogo e seus elementos. "O profissional formado em design digital ainda é um artigo raro, pois os cursos mais antigos acabaram de formar suas primeiras turmas", afirma Rogério Cardoso dos Santos, coordenador do curso de Tecnologia em Design de Games da PUC.


Segundo ele, atualmente as áreas que mais absorvem profissionais é a de exportação de jogos para celular e produção de games para consoles antigos. "Mas isso tende a mudar. A Sony, por exemplo, já anunciou recentemente que irá disponibilizar os kits de desenvolvimento para seus consoles", explica Cardoso, que aponta ainda haver uma demanda crescente na área educacional. "Esse mercado, por suas características culturais únicas, necessita de jogos produzidos por aqui mesmo, pois os importados não conseguem contemplar nossa diversidade cultural".


Cursos de graduação em desenvolvimento de games


Anhembi Morumbi (São Paulo - SP)
Curso: Design de Games
Duração: 4 anos


FMU (Local: São Paulo - SP)
Curso: Tecnologia em Desenvolvimento de Jogos Digitais
Duração: 5 semestres


PUC-SP (São Paulo - SP)
Curso: Tecnologia em Design de Games
Duração: 4 semestres


Unicsul (São Paulo - SP)
Curso: Jogos Digitais.
Duração: 4 semestres


UniPaulistana (São Paulo - SP)
Curso: Tecnologia em Jogos Digitais
Duração: cinco semestres


Infórium - Faculdade de Tecnologia (Belo Horizonte - MG)
Curso: Tecnologia em Desenvolvimento de jogos eletrônicos
Duração: dois anos e meio


Unisinos (São Leopoldo - RS)
Curso: Desenvolvimento de Jogos e Entretenimento Digital
Duração: três anos


Universidade Estácio de Sá (Rio de Janeiro - RJ)
Curso: Tecnologia em Jogos Digitais
Duração: dois anos e meio




Fonte: McDonald's

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